Belém só olha para umbigo e o belemense médio acha que o mundo gira a volta da capital do do Pará, razão porque, na hora de defender a União do Pará, fingem-se "paraenses", mas, quando vão viajar, ignoram os municípios do interior, preferindo outros lugares, sem jamais conhecer as riquezas e as diversidades destes locais, mas com toda sua empáfia, o belemense quer ser bem servido nas estações turísticas e nos litorais, onde age como predador, exatamente porque não se interessa pela sua prórpia realidade, almejando ideais distantes,americanos e europeus, referendados de forma subordinada ao colonislismo cultural, daí esta pretensão de que em belém tem tudo de bom, enquanto que nos demais municípios, nada, quando muito, citam os eventos mais “badalados” pelos interesses mediáticos e econômicos, o que se observa nos ditos pensadores das universidades e na classe média ou nas classes subalternas que almejam ser médias, uma pasmaceira burguesa, que privilegia a elite e exclui a sociedade, e isso a gente vê nos editais, assim como em tudo que Belém, concentra, nos mesmos espaços centrais onde os eventos se repetem como mais do mesmo, porque Belém não tem nenhuma orignalidade, considerando que o maior substrato de nossa cultura veio de outros lugares que não a capital, portanto, apesar de diversa, da arte paraense a gente só conhece o que esta casta que se autoprotege e se retroalimenta apresenta nos seus salões e galerias, nos seus teatros elitizados, nos espaços fechados, o que faz desta cidade um blefe, para se ter ideia, por exemplo, a única Bienal local financiada pela empresa que mais crimes ambientais comete em nosso país não tem sequer acessibilidade, o que revela muito bem a preconceituosa elite que se impõe como “mentora” cultural, no cinema, no teatro, na literatura... e por aí vai...
Entre a poesia das ruas de Bragança e o pulsar da juventude carnavalesca, o bloco Cavalo de Troia anuncia seu retorno. Ausente desde o início da pandemia, o grupo se reorganiza para voltar à avenida com força total, prometendo até 2.000 abadás e a mesma espontaneidade que marcou seus primeiros carnavais. O Cavalo de Troia é um dos blocos mais irreverentes do carnaval. Inspirados na história grega, eles construíram um enorme cavalo de madeira que, em vez de esconder soldados, vinha recheado de cajuaçi, que é uma bebida tradicional de Bragança. A bebida era distribuída pela traseira da estrutura enquanto os foliões, vestidos de espartanos, empurravam o cavalo pelas ruas. A criatividade do bloco chamou atenção da cidade, ganhou repercussão na mídia e se tornou um destaque do carnaval bragantino, unindo sátira, cultura popular e muita brincadeira. Raízes na Juventude, Entre Amizades e Fantasias - A história do Cavalo de Troia começou como uma brincadeira entre amigos do bairro da Aldeia. E...
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