Assisti no Gato Vadio aos dois últimos filmes de Celestino Monteiro e Cintia Regala, “Sapiência Cinestial”, e “Addenda à Sapiência Cinestial”, mas não exatamente nesta mesma ordem. Apresentados pela “Coágulos de Celulose Ultra-Congelados”, Addenda (2018) + Sapiência Cinestial (2017) foram projetados de forma invertida, ou seja, o “Addenda” passou antes, por ser mais recente. E o “Sapiência” já havia tido sua estreia, mas eu não o havia visto. Vê-los de uma só vez, penso eu, foi ainda melhor do que vê-los, em parte. Eu explico. Quero dizer, explico o que eu senti ao vê-los. Ou tento explicar, para não confundir. Mas, antes de escrever qualquer coisa sobre estes filmes, preciso declarar a emoção que é retomar a atividades artísticas e culturais, como estas sessões portuenses de filmes e de leituras de poemas. E de como experienciar tais práticas alimenta e fortalece esta pobre alma! Deu-me vontade de gritar ao final da projeção: Viva a Escola do Porto. Os dois filmes compõem um projeto ...
Estéticas de guerrilhas, poéticas da gambiarra e tecnologias do possível na Amazônia Paraense