Sabe o gosto das águas, rios, mares. Sabe dos cheiros, das flores. Sabe. Dos sons, das florestas. Dos mangues, à flor da pele. Dos campos, santos. Da praia, à tarde. Sabe? © Carpinteiro FOTO © Dri Trindade (Ajututeua, Bragança, Pará - 2016)
Estéticas de guerrilhas, poéticas da gambiarra e tecnologias do possível na Amazônia Paraense