Pular para o conteúdo principal

COM APOIO DA JUVENTUDE PERIFÉRICA, EDUCADORA SOCIAL NEGRA PLEITEIA PREFEITURA DE BELÉM


A eleição de Wellinta Macedo vai mudar o cenário político e social de Belém do Pará, com a proposta de uma gestão responsável, transparente e democrática, atenta à demandas das classes exploradas e excluídas.

Uma simples olhada na sua minibiografia política, social e cultural revela que Wel – como é carinhosamente conhecida – vai fazer a diferença nestas eleições.

Mãe- solo, tem dois filhos, Ernesto e Leon, ambos estudantes de escola pública, esta mulher negra, periférica, é educadora social, jornalista, crítica e atriz, além de militante dos movimentos de mulheres e movimentos negros e culturais.

Ela milita há 17 anos no PSTU, tendo colocado seu nome à disposição do partido em duas campanhas, tendo sido candidata à vereadora, em 2016, e à deputada Federal, em 2022.

No Movimento Negro, constrói o Quilombo Raça e Classe Nacional, sendo que, desde 2013, realiza a Marcha da Periferia, em alusão ao Novembro Negro na Terra Firme.

Ela também participa de rodas de conversas, mesas de debates e faz palestras sobre questões contemporâneas, enquanto Educadora Social, chamando atenção das comunidades para a defesa de seus direitos.

No campo da Arte e Cultura, trabalha com assessoria e gestão de projetos Culturais, como o "Eu Sou Idalina" (projeto que visibilizava as Mulheres na Capoeira Angola – 2023).

Como atriz, entre diversos trabalhos, criou a performance "Lulu, A Gata Preta", que desmistifica o mito do "azar" nos gatos pretos, tendo também desenvolvido oficinas através da UNIPOP – Universidade Popular.

Jornalista Sindical e crítica de Cinema, escreve matérias sobre lutas políticas e filme sociais em sites e jornais, sendo que, no campo do Cinema, além de escrever e comentar sobre filmes, participou como Roteirista da segunda temporada da Web Série "Pretas" e atualmente, escreve um roteiro para uma série de animação de Terror Infantil, do estúdio Iluminuras.

Toda este trajeto profissional e sensível, humano e cultural de Wel vai nortear a campanha à prefeitura de Belém, que vai sediar a COP 30 no próximo ano.

É por esta razão aliás, que a campanha da candidata vai se debruçar na construção e apresentação de propostas ambientais sustentáveis que respondam aos anseios das comunidades, previamente consultadas.

Do mesmo modo, temas como Saneamento e Lixo estão no olho do furacão, com a necessidade de solução eficaz para o Lixão do Aurá e o alagamento das áreas de baixadas.

Educação e Cultura, Turismo e Desenvolvimento, junto com uma política de mobilidade urbana que respeite os diferentes numa cidade marcada pela diversidade e que cresce a cada dia, aumentando também os problemas de quem depende de transportes públicos.

As campanhas eleitorais do PSTU ocorrem nas portas de fábricas e empresas, ruas do comércio, escolas, como estratégias para compensar o falta do tempo de televisão.

Mas, apesar da pouca estrutura, o partido apresenta e representa uma alternativa real que respeita os servidores públicos municipais e denúncia as velhas raposas da política local, cujo modelo de gestão favorece a exploração e a opressão dos trabalhadores e do povo pobre.

O PSTU propõe a construção de um grande plano de obras públicas para gerar empregos e ofertar serviços públicos à população com a construção de escolas, creches, hospitais, moradia e saneamento básico em Belém do Pará, sento também importantes os Conselhos Populares enquanto fóruns que garantam a participação popular nas decisões do Orçamento Municipal.

 

SERVIÇO - Lançamento da candidatura da WEL – PSTU

DIA 27.03.2024 - QUATRA-FEIRA, 18H –

SINDICATO DOS TRABALHADORES DA CONSTRUÇÃO CIVIL

Travessa 9 de Janeiro, 1135, entre Magalhães Barata e José Malcher, Sala 2., Belem do Pará, PA, Brazil

 

(TEXTO – Carpinteiro de Poesia Francisco Weyl – DRT/PA – 2161)

 



 

 

  

Comentários

Socorro Coelho disse…
Votos de sucesso á Well!

Postagens mais visitadas deste blog

FIM.ME — Festival Internacional de Filmes de Médias‑Metragens

Este festival nasce de uma ausência concreta no circuito contemporâneo: a média‑metragem — forma cinematográfica historicamente fértil, decisiva para o ensaio, para o cinema‑pensamento e para a maturação de linguagem — foi sendo progressivamente empurrada para fora dos festivais, do debate crítico e das políticas de difusão. Nem curta demais para o desenvolvimento de um gesto, nem longa o suficiente para se submeter às pressões industriais, a média‑metragem tornou‑se um território órfão — justamente quando o cinema precisa de tempo para escutar, tempo para experimentar e tempo para elaborar. O FIM.ME afirma a média‑metragem como cinema pleno: campo de elaboração estética, política e poética. Não é um festival temático, nem um festival de nicho. É um festival de forma, linguagem e gesto cinematográfico, orientado por um compromisso ético com um cinema humanista, socialmente engajado e esteticamente rigoroso. O FIM.ME nasce das articulações realizadas através do FICCA – Festival ...

Bragança: a volta do Cavalo de Troia - Por Carpinteiro de Poesia

Entre a poesia das ruas de Bragança e o pulsar da juventude carnavalesca, o bloco Cavalo de Troia anuncia seu retorno. Ausente desde o início da pandemia, o grupo se reorganiza para voltar à avenida com força total, prometendo até 2.000 abadás e a mesma espontaneidade que marcou seus primeiros carnavais. O Cavalo de Troia é um dos blocos mais irreverentes do carnaval. Inspirados na história grega, eles construíram um enorme cavalo de madeira que, em vez de esconder soldados, vinha recheado de cajuaçi, que é uma bebida tradicional de Bragança. A bebida era distribuída pela traseira da estrutura enquanto os foliões, vestidos de espartanos, empurravam o cavalo pelas ruas. A criatividade do bloco chamou atenção da cidade, ganhou repercussão na mídia e se tornou um destaque do carnaval bragantino, unindo sátira, cultura popular e muita brincadeira. Raízes na Juventude, Entre Amizades e Fantasias - A história do Cavalo de Troia começou como uma brincadeira entre amigos do bairro da Aldeia. E...

Cláudio Barradas: Do lugar onde se vê o último Ato

A partida do Cláudio Barradas encerra um ciclo do teatro paraense.   Assim como foi, há cerca de vinte anos, a partida do Luiz Otávio Barata. Entre um e outro adeus, perdemos também muitos outros. Atrizes e atores que, como eu, foram crias desses dois mestres — Cláudio e Luiz Otávio — que, ao lado de Geraldo Salles e Ramon Stergman, compuseram, ali entre meados da década de 1970 e o início da de 1980, um respiro vital para o teatro feito em Belém do Pará. Era um tempo de afirmação. Um tempo em que se confundiam os passos da cena  teatral  com a própria origem da Escola de Teatro da Universidade Federal do Pará. Cláudio foi, sem dúvida, uma escola dentro da escola.   Passar por ele era passar pelo rigor, pela entrega, pela sensibilidade.   E, claro, pelo amor à arte. Os que o tiveram como mestre — nas salas da Escola Técnica, no Teatro do Sesi , mesmo nos ensaios, onde eu ficava à espreita, para aprender, em espaços acadêmicos, institucionais ou alternativos...