Entre 13 e 15 de agosto, ali em Santarém, nas margens do Tapajós, grande e majestoso Tapajós, na Universidade Federal do Oeste do Pará, acontece um encontro internacional que vai reunir pesquisadores de universidades, de instituições, de diferentes campos do conhecimento. A questão é pensar coletivamente os caminhos para a Amazônia. Eu sou uma pessoa do Norte do Brasil, venho da Amazônia, venho do Nordeste do Pará, nessa Amazônia que é a Amazônia Atlântica. Nessa Amazônia Atlântica, de forma coletiva, a gente tem construído diversas práticas de criação. Então, chega aqui o Francisco Weyl, Carpinteiro de Poesia e pesquisador em Arte, depois de concluir um doutorado através do Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade Federal do Pará e também com um doutorado-sanduíche na Escola Superior de Teatro e Cinema do Instituto Politécnico de Lisboa. Portanto, existe aqui, paralelamente à pesquisa, uma prática, porque há mais de dez anos eu coordeno o Festival Internacional de Cinema ...
Estéticas de guerrilhas, poéticas da gambiarra e tecnologias do possível na Amazônia Paraense