As férias em Bragança eram uma alegria, estranha. Eu a dividia entre dois espaços, a casa da Mãe Quinha e do Pai Bento, e a casa do Padrinho e da Vovó. Bento e Maroquinha eram pais do Zenito, meu pai José. E Padrinho Odorico e a Vó Augusta haviam criado Zinha, minha mãe, Josefa. Como sou extemporâneo caçula, de uma família de nove filhos, estar na cidade em que nasci durante as férias servia-me para reencontrar dois irmãos nascidos pouco antes de mim, mais próximos em idade. Um deles morava com os pais do papai, e o outro, habitava com os pais adotivos de minha mãe. A poeta Cirene Guede...
Estéticas de guerrilhas, poéticas da gambiarra e tecnologias do possível na Amazônia Paraense