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Mostrando postagens com o rótulo JOSÉ CARLOS BARROSO

OCUPA FICCA NO PATAL: JUVENTUDE, AUTOIMAGEM E PERTENCIMENTO EM UMA MANHÃ DE FORMAÇÃO

Uma manhã de oficina pode abrir processos que pedem mais tempo. Foi uma das percepções deixadas pela passagem do Projeto OCUPA FICCA pela Vila do Patal, em Augusto Corrêa, onde a Escola Lauro Barbosa dos Santos Cordeiro recebeu, no dia 15 de setembro, a oficina “Construção de Marketing Pessoal”, conduzida pela atriz-professora Marta Ferreira. A atividade integra a programação do FICCA Ponto de Cultura e reuniu 25 estudantes, além de professores, cuidadores e trabalhadores da escola. Durante a manhã, entre 8 horas e perto do meio-dia, houve dinâmicas de grupo, jogos, reflexão, partilha, escrita e produção de vídeos. “Foi muito massa, a participação, o acolhimento das professoras, apesar da escola ser provisória, né, ser bem precária, mas a gente conseguiu fazer tudo que a gente pretendeu fazer, né, das dinâmicas até a filmagem”, conta Marta. A proposta apresentada por ela ao FICCA destinava-se a jovens entre 14 e 18 anos e articulava audiovisual e expressão corporal. O percurso começava...

Buçu vive jornada de educação patrimonial e projeta novas ações de memória em Augusto Corrêa

A Comunidade Buçu, em Augusto Corrêa, viveu no dia 18 de junho uma jornada intensa de educação patrimonial, cartografia social e valorização da memória coletiva. Realizada na Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Maria Fernandes, a oficina Mapas Afetivos – Patrimônio Cultural na Comunidade Buçu reuniu cerca de 150 estudantes, além de professoras, educadoras, pesquisadoras e colaboradores, em torno de uma proposta que colocou o território no centro da aprendizagem e fez da escola um espaço de escuta, observação, pesquisa e criação. A atividade integrou o projeto Popularizando a Ciência: Produção de Material Educativo Intercultural, coordenado pelas professoras doutoras Roberta Sá Leitão Barboza e Norma Cristina Vieira Costa, da Universidade Federal do Pará, em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, a Prefeitura de Augusto Corrêa e instituições de ensino e pesquisa comprometidas com a educação patrimonial na Amazônia. Conduzida por Danilo Gusta...

COMUNIDADE BUÇU REALIZA OFICINA DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL QUE ARTICULA MEMÓRIA E IDENTIDADE CULTURAL AMAZÔNICA

Projeto coordenado pela UFPA e desenvolvido em parceria com o IPHAN reúne estudantes, educadores e pesquisadores em torno da valorização do patrimônio cultural local A Comunidade Buçu, situada na zona rural de Augusto Corrêa, no nordeste paraense, será palco, no próximo dia 18 de junho, de uma importante experiência de educação patrimonial voltada ao fortalecimento da memória coletiva, dos saberes tradicionais e das referências culturais que constituem a identidade do território. A Oficina de Educação Patrimonial “Mapas Afetivos – Patrimônio Cultural na Comunidade Buçu” integra o projeto “Popularizando a Ciência: Produção de Material Educativo Intercultural”, coordenado pelas professoras doutoras Roberta Sá Leitão Barboza e Norma Cristina Vieira Costa, da Universidade Federal do Pará (UFPA), ação incentivada pelo Iphan, no âmbito da Incubadora de Projetos de Educação Parimonial (COGEDU\DAFE). Assim, a iniciativa reúne a UFPA, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IP...

TRADIÇÃO DOS CORDÕES DE PÁSSARO SE TORNA DOCUMENTÁRIO NA VILA DO PATAL

Uma manifestação cultural que atravessa gerações voltou a ocupar o espaço da comunidade durante a festa junina da Escola Lauro Barbosa, na Vila do Patal. O Cordão de Pássaro Bragantino, representado este ano pela Arara Vermelha, levou música, teatro, dança e memória coletiva para uma apresentação que marcou o reencontro da comunidade escolar com uma tradição que há muitos anos não se fazia presente naquele espaço. Segundo o coordenador do grupo, Paulo de Souza Silva, a história do cordão está profundamente ligada à trajetória de sua própria família. Filho de um antigo cantador de pássaros da região do Cafezal, ele cresceu acompanhando as apresentações realizadas pelo pai desde a infância. "Esse grupo nosso vem de pai para filho. Vem desde os anos 40", relata. Paulo lembra que seu pai era um dos principais cantadores da brincadeira e compunha as toadas interpretadas durante as apresentações. Ainda menino, participou de algumas encenações ao lado dele, experiência que permanece...