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A Praia prenha de cinema

E tendo aqui chegado, um vulcão entra em atividade, um arco-íris ilumina o céu, e a chuva se insinua. Não por acaso, os astros escrevem uma história cosmológica. E nós, humanos, cumprimos a nossa missão na Terra, colocando-nos em comunhão universal com o infinito. E tudo se torna uma benção, pelo que agradecemos.







Estou de fato emocionado e sentimento a gente não explica, vive.
E compartilha.
Eu me entrego ao que eu faço.
É só o faço se apaixonado.
Não preciso dizer que eu amo Cabo Verde e que tenho uma relação com esta terra e este mar de natureza infinita.
Sou demasiado limitado para imaginar a dimensão deste amor que nos irmana.
Ao Andar pelas ruas às vezes (re)encontro amigos.
...
Estar em Cabo Verde é reencontrar com uma terra pela qual o meu coração nutre um amor incondicional.
Porque quando amamos um lugar não o amamos apenas pela sua beleza natural mas sim pelo seu povo , pela poesia de sua gente.
Pela generosidade com a qual somos acolhidos e pela solidariedade com a qual comungamos em nossa estada e ainda pelas vivências cujos diálogos e afetos frutificam a nossa própria existência.


© Carpinteiro

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